quinta-feira, 31 de maio de 2012

E para quem não tem pátio, nem árvore, nem casinha... nós temos a solução!


Comidinhas Saudáveis

Chef para as papinhas 
Reunir os filhos para uma refeição, sem pressa em torno da mesa é cada vez mais raro. Colher frutas no pé, apanhar os ovos fresquinhos, recolher da terra hortaliças é quase poesia. Ensinar nossos filhos a apreciar pratos deliciosos, descobrindo sabores e aromas é a proposta da Organic Baby, uma empresa comprometida com a alimentação saudável de bebês e crianças. Foi criada por um pai e chef de alta gastronomia, Cesar Sperotto, e sua esposa, Aline. Os produtos são frescos, totalmente livres de agrotóxicos e seguem as mais rigorosas técnicas de preparo e higiene, além de contarem com profissionais especializados na área de engenharia de alimentos e nutrição. Com pitadas de carinho e dedicação, as receitas utilizam somente ingredientes de produtores, certificados conforme a Lei Federal nº 10.831, que regulamenta o sistema orgânico de produção. Cada colherada das papinhas da OrganicBaby leva bem-estar, saúde e muita praticidade.
Maiores informações: www.organicbaby.com.br


E para quem se arrisca na cozinha...
Feiras 
Feira dos Agricultores Ecologistas Coolméia - Rua José Bonifácio - na 1ª quadra (Brique da Redenção). Sábado, das 7h30min às 13h.
Feira da Cultura Ecológica Coolméia - Av. Getúlio Vargas 1384 - pátio da Secretaria Estadual da Agricultura. Sábado, das 7h30min às 13h.
Feira da Biodiversidade Coolméia - Av. Getúlio Vargas 1384 - pátio da Secretaria Estadual da Agricultura. Quarta-feira, das 14h às 19h.

quinta-feira, 17 de maio de 2012

Desfralde, a cama e a mamadeira – preocupações de uma mãe de primeira viagem.

Hoje, você já está com 4 anos. E vejo que algumas preocupações que tinha foram naturalmente sendo resolvidas... por você.
Desfralde: Eu nunca tinha pensado nisso, até porque nunca ouvi nenhuma história de um adulto que nunca conseguiu tirar as fraldas.  Só que ao me deparar com centenas de dicas, palpites, receitas, estratégias, listas, diários e longos relatos de como tirar a fralda, onde todo mundo parecia ser especialista, o tal desfralde começou realmente a me preocupar. Pensava: Meu Deus, é complexo demais, não vou conseguir quando chegar a hora... Via você crescendo, crescendo e divagava aonde vou achar fralda para uma menina com quase três anos? Tiro o tapete da sala tão branquinho?! Compro Peniquinho?
Mas, antes de chegar à data que a ansiosa da mãe aqui havia estipulado, para a filha não precisar usar fralda geriátrica, em um belo dia de verão, você acorda, olha para mim e diz: não quelo mais flalda. Simples assim.
Sono dos anjos para todos: Tudo começou na bendita gripe que pegou, e como estava frio, deixamos você na nossa cama. O pediatra alertou: cuidado! Mas, não dei atenção. Até porque nunca ouvi nenhuma história de um adulto que não conseguia dormir sem ser na cama dos pais.  Só que daí em diante toda santa noite você queria dormir na nossa cama. E isso começou a me preocupar e causar olheiras enormes. Era um drama. Parecia uma maratona entre um quarto e outro. Quando víamos lá estava você. E você crescendo, crescendo e tomando conta de uma cama king size. Eu já estava praticamente dormindo metade no ar.
Fiz de tudo, troquei o quarto, tirei o berço, botei papel de parede rosa, casinha de boneca... e nada. E quando perguntávamos: Filha, quando você vai dormir no seu quarto, afinal já está com três anos. A resposta era sempre a mesma: na plimavela.  E não é que exatamente no dia que começa a estação das flores você pergunta se já era primavera. E ao ouvir a afirmativa, levanta da nossa cama e me chama para  fazê-la dormir no seu quarto. Simples assim.
Sophia, aprendi com você que tudo na vida tem seu tempo. Simples assim. Mas, por favor, mamis que estão passando por isso, não me amaldiçoem, a Sophia ainda toma mamadeira, e diz que vai tomar até os 1.042 anos. Resolvi relaxar até porque não conheço nenhuma história de um adulto que toma mamadeira.  

quinta-feira, 10 de maio de 2012

Sophia, politicamente correta

Nós duas em plena cantoria. 
Eu empolgada no Hit “Pombinha Branca, o que está fazendo...”  enceno "...limpa aí seu porcalhão que isso é falta de educação!".
Quando, Sophia bota as mãos na cintura e com ar professoral fala:
- Não, isso não pode.
- O que não pode?
- Não se fala pocalhão...
- Mas, Sophia, faz parte da letra. (E além do mais a censura já cortou a parte pediu um cigarro, logo cortará cuspiu no chão...) Têm que falar “seu porcalhão”.
- Nãaaao.
- Então, o que se fala?
- ...limpa aí meu quelidinho.
Aí, esses tempos do politicamente correto.